A Primeira Revisão da Brompton Alvinegra

Bem, depois de 1 ano de Brompton, fazendo eu mesmo a  manutenção, resolvi que ela merecia um toque profissional. A corrente já estava bem suja, mesmo depois de uma limpeza total que eu havia feito, sentia que a bike estava já um tanto quanto desregulada, apesar de estar funcionando 100%.

Deixei ela Sábado na Special Adventure, loja recomendada por 10 entre 8 ciclistas que eu conheço, e eles me entregarão nesta Quinta-feira.

Com a volta da bichinha farei minha avaliação do serviço e informarei o preço final.

 

 

Saudades da dita cuja…

Uma nova coroa

Dando minhas pedaladas durante o ano passado comecei a perceber que sempre deixava a bike na segunda marcha, ou seja, a marcha mais pesada e mais rápida acabava quase nunca sendo usada.
Pesquisando por aí encontrei a informação de que eu poderia alterar a minha coroa (chainring) para uma menor, com menos dentes, e teria as velocidades menores e consequentemente a bicicleta mais leve.

A configuração normal da Brompton trás uma coroa de 50T (50 dentes). Pesquisei as especificações de uma coroa com 44T (a imediatamente menor que a de 50T) e encontrei uma da FSA (Full Speed Ahead) que parece se encaixar perfeitamente.

O modelo dela é:
PRO ROAD CHAINRING
Black – 130mm BCD – 44T – 1613J

Coroa FSA 130mm BCD 44T

Comprei ela na Chain Reaction Cycles em 17 de Dezembro e hoje, 28 de Janeiro, recebi em minha casa.
Como o valor foi de USD$47.00 eu não paguei imposto e chegou direitinho aqui em casa.

Como esta coroa é menor, sei que vou ter que tirar alguns elos da corrente. Sei também que o protetor da coroa não vai mais servir pois está menor, então vou ter que encomendar a versão menor. Não encontrei na Chain Reaction uma proteção menor, então vou acabar comprando a da Brompton mesmo de uma outra loja qualquer.

Volto aqui para fazer minhas considerações sobre a nova coroa, assim que eu a trocar.

A idéia deste blog é de mostrar um pouco da saga que foi buscar a bike em Portugal e, depois de conseguido isso, mostrar por onde tenho pedalado.

No momento só tenho pedalado mesmo no Rio de Janeiro, onde moro, até mesmo para pegar resistência e uma forma física um pouco melhor, afinal de contas, eu tava completamente parado.

Com as pedaladas frequentes vieram as melhorias na resistência fisica e, eu, que antes mal conseguia dar uma volta na Lagoa (7.5Km), agora consigo pedalar 35Km numa boa. Agora começam a brotar idéias na minha cabeça de tentar viajar com a bike, fazer cicloturismo. Sei que pedalando 35Km pela orla da Zona Sul do Rio não é nada comparável a subir uma serra ou pedalar por 80Km, mas como sonhar não custa nada, estou começando a me informar sobre esse desafio.

Foi navegando por aí atrás de pessoas que tenham feito cicloturismo com uma Brompton ou outras bikes dobráveis que achei o site Path Less Padaled, onde o casal Russ & Laura, viaja com suas Bromptons fazendo cicloturismo.

O casal já passou pelo Oregon, que parece ser um dos lugares mais incríveis do mundo para pedalar.

Abaixo uma foto do casal e um vídeo produzido por eles sobre uma das áreas do Oregon para se pedalar.

Laura & Russ


Compensando…

O trabalho e alguns freelas fizeram que as pedaladas durante a semana fossem interrompidas, lógico que por um bom propósito. Aliás, por 2 bons propósitos.

O primeiro é financeiro. Já que a viagem para Portugal para buscar a Brompton se aproxima, quanto mais grana eu conseguir juntar, melhor.

O segundo é pela oportunidade de trabalhar em um projeto bem legal e que eu admiro muito.

Enfim, o fato é que fazendo o freela de noite, acabava chegando tarde em casa e isso me impediu de conseguir acordar cedo para fazer a pedalada matinal.

A fissura por pedalar cresceu a semana toda e no final de semana eu já não aguentava mais de vontade. Aproveitei que a namorada tinha um curso para usar a Blitz dela e dar uma pedalada mais longa.

Acabei por pedalar 30Km!!!!

O trajeto foi longo!

Nessa pedalada pude estrear minha mochila nova da Deuter, Compact Air Exp 10 que tem Camelback, aquele saco de água que fica dentro da mochila e tem um sistema que consiste em um canudo que passa por dentro da mochila para você se hidratar. Falarei dela mais pra frente, quando tiver usado mais e tiver opiniões contretas sobre ela.

Foto da mochila Aircompact 10

A Deuter Compact Air 10 com sistema de hidratação.

Nesta pedalada deu pra sentir que o banco que compramos é realmente muito bom. Foram quase 2 horas pedalando sem sair de cima da bike. O que deu pra sentir é que além do banco, quando vamos pedalar durante muito tempo, uma bermuda normal não segura a onda. Ou seja, se você usar uma cueca normal e uma bermuda normal, é quase certo de conseguir alguma assadura por conta do contato com o banco e até mesmo das pernas enquanto pedala. Voltei no limite de sentir algo e resolvi que vou buscar hoje uma bermuda de ciclista.

Não sei ainda se vou ter coragem de usar, pois acho um bocado estranho, mas se der mais conforto e evitar possíveis assaduras na perna, então acho que não vou ter muita escolha.

A volta de bike foi irada, levei a GoPro para filmar e descobri que preciso também de um cartão de memória maior. 8GB não foram suficientes para filmar o trajeto completo, mas consegui boas imagens. Em breve colocarei-as aqui também.

Por enquanto, segue uma, no mesmo estilo da que coloquei da minha namorada. A bicicleta é a mesma, a Blitz Alloy dela.

Ponto de vista da GoPro

Chegando ao Aterro do Flamengo